Ano de formação: 1978
Tempo de atividade: 1978 - 1983
Origem: Northhampton, Inglaterra
Integrantes: Peter Murphy, Daniel Ash, David Jay Haskins (David J) e Kevin Haskins
Discografia: In The Flat Field (1980); Mask (1981); The Sky's Gone Out (1982) e Burning From The Inside (1983)
Deixando uma legião de seguidores e considerados pais do death rock (ou gothic rock, porém, termo que por várias razões não gosto), o Bauhaus é uma banda vítima de uma dupla fatalidade: uma vida curta e poucos discos de estúdio. O que é uma grande pena, pois normalmente quem entende de rock e conhece o som dos caras, não nega que eles são dotados de uma genialidade e uma ótica muito inovadora de olhar o "gótico".
A despeito da tendência "eu-odeio-você-o-mundo-e-eu-mesmo-e-vou-me-matar" de toda a psiquê gótica (especialmente da poesia), os caras viram no som que estavam produzindo uma forma de extravazar e tirar sarro. Sim, há muita ironia. Basta que o leitor escute "Bela Lugosi's Dead" (uma clara alusão ao ator austro-húngaro que encarnou o Conde Drácula no cinema) que ele entenderá o que está sendo dito aqui.Então, em 1983, eles desbandam, após permanecerem grande parte de sua carreira no obscurantismo da cena alternativa inglesa dos anos 80. O vocalista Peter Murphy parte para a carreira solo, enquanto que o guitarrista Daniel Ash funda o Love And The Rockets. Creio que, se não fossem os caras do Bauhaus, muita produção dos anos 80 não existiria, a exemplo da banda The Cure, grande ícone dessa década.
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