Ano de formação: 1979
Tempo de atividade: 1979 - até hoje
Origem: Grangemouth, Escócia
Integrantes: Elizabeth Fraser, Robin Guthrie e Will Heggie (saiu em 1983, substituído por Simon Raymonde)
Discografia: Garlands (1982); Head Over Heels (1983); Treasure (1984); Victorialand (1986); Blue Bell Knoll (1988); Heaven Or Las Vegas (1990); Four Calendar Cafe (1993) e Milk And Kisses (1996)
Sou um apaixonado por vocais femininos (claro, tirando a Joelma, do Calypso), e, por essa e por outras razões, o Cocteau Twins tem um quarto especial no meu coração, com direito a tratamento VIP. As outras razões? Considerados pioneiros do dream pop, o Cocteau Twins possui letras absolutamente non-sense, escritas apenas como um gracioso pretexto para colocar a voz de Liz Fraser em algum lugar e uma melodia surreal, que seria uma ótima trilha sonora para quando se sonhar com um belo jardim guardado por um dragão, ou com uma taberna medieval no sopé de um monte.A evolução musical do grupo também é notória, mas um pouco triste, na minha opinião, pois eles começaram bebendo do gothic rock, no começo de carreira, com guitarras distorcidas e um som cavernoso, introspectivo, nebuloso, transicionando até o new age e seu riponguismo, do qual, inclusive, serviu para influenciar a chata da Enya. Parece que essa transição vem cedo demais, logo no álbum "Victorialand", em 86 - para o qual, confesso, não tenho muito saco. Mas, mesmo assim, devido à voz da Liz Fraser e o ar sobrenatural das músicas, vale no mínimo escutar, sem querer colocar na categoria do "não ouvi e não gostei". Tentativa de paráfrase: etéreos.
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